Cultura
Brasília recebe festival internacional Curicaca a partir desta terça
Cultura
A partir desta terça-feira (7), a capital federal será palco do Festival Curicaca, festival internacional sobre tecnologia e sustentabilidade na indústria. O evento conta com diversas atrações, como o escritor Itamar Vieira Júnior, a banda Olodum, e nomes de referência em diferentes áreas de atuação, como a especialista em finanças Natália Arcuri, responsável pelo canal Me Poupe.

O festival é idealizado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, que é vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em conjunto com diversos parceiros do setor produtivo brasileiro. O evento tem patrocínio da Petrobras e do Ministério da Cultura.
Ricardo Capelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, explica como surgiu a ideia do evento:
“A ideia surgiu porque a gente vive um momento de retomada da indústria brasileira com a Nova Indústria Brasil, e a gente sentiu a necessidade de fazer um festival pra celebrar esse novo momento da indústria brasileira. E também pra aproximar a indústria das universidades, dos institutos federais, da educação, do debate sobre o futuro do Brasil”.
A expectativa de público para esta primeira edição do festival supera as 100 mil pessoas, segundo Capelli:
“A nossa expectativa é de receber mais de 100 mil pessoas, de idades variadas, e a gente tem shows também pra idades variadas. Tem desde Jorge Aragão até o MC Ariel. Então é pra toda a família, pra todo mundo vir participar. É gratuito”.
O nome do festival homenageia uma ave típica do Cerrado, conhecida por anunciar mudanças no tempo quando canta, segundo a crença popular.
A ideia é simbolizar uma nova era da indústria nacional: mais verde, digital, conectada e sustentável.
O evento vai contar também com uma imersão gastronômica na culinária do Cerrado, batizada de Tour Gastronômico Festival Curicaca. Cinquenta estabelecimentos da capital federal vão oferecer pratos que utilizam ingredientes e sabores desse bioma, entre os dias 3 e 23 de outubro.
O Festival Curicaca acontece até o dia 11 de outubro, no estádio Arena BRB e em outros pontos de Brasília.
Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis no aplicativo Festival Curicaca ou pelo site abdi.com.br/curicaca.
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Cultura
Documentário mostra vida atual de impactados pela extração de sal-gema
Você se lembra do afundamento do solo provocado pela extração de sal-gema em Maceió? O caso ainda está vivo na memória de muita gente, principalmente das cerca de 60 mil pessoas que tiveram que deixar suas casas em bairros que eram o coração cultural e histórico da cidade.

Esta semana, o Ministério Público Federal disponibilizou o documentário Além do Afundamento – A Memória Persiste, que mostra a mobilização de moradores e especialistas para garantir os direitos dos moradores impactados.
O filme retrata, por exemplo, a situação do grupo cultural Coco de Roda Reviver, que ensaiava na Praça Lucena Maranhão, no bairro Bebedouro, o segundo mais antigo de Maceió. Hoje, os integrantes foram realocados. A praça está vazia e a música deu lugar a um silêncio doloroso. A maioria se mudou para bairros distantes e até para cidades vizinhas.
O documentário destaca o depoimento de José Roberto Júnior, o Betinho, coordenador do grupo.
“A gente sente muita saudade. A gente hoje se sente solitário. Solitário porque quando a gente estava ensaiando na praça, era o Fafá Júnior, era a comunidade toda, as famílias, as crianças tudo brincando na Praça Lucena Maranhão. Então a gente era movido na cultura, todos os jovens eram envolvidos em todas as danças folclóricas do bairro.”
O grupo Coco de Roda Reviver conseguiu resistir. O mesmo não aconteceu com vários outros coletivos culturais, que foram obrigados a interromper suas atividades.
O documentário Além do Afundamento – A Memória Persiste, sobre a tragédia socioambiental em Maceió, tem 22 minutos e está disponível no canal do Ministério Público Federal no YouTube.
A produção também apresenta o plano de ações com mais de 40 medidas de compensação e a criação do Inventário Participativo do Patrimônio Imaterial, que mapeou saberes e expressões culturais em mais de 470 locais de memória coletiva.
Os moradores realizam neste sábado (7) uma caminhada pelas comunidades dos Flexais e Marques de Abrantes, áreas que perderam milhares de famílias por causa das ações da Braskem.
Segundo a empresa, todos os moradores, proprietários e comerciantes de 14,5 mil imóveis foram atendidos no Programa de Compensação Financeira. Até janeiro deste ano, foram feitas mais de 19 mil propostas, com índice de aceitação superior a 99%.
Assista ao documentário:
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