Cultura
Viva Maria destaca filme que conta a trajetória de Dona Onete
Cultura
Na tarde de quinta-feira (20), um incêndio atingiu o pavilhão da Blue Zone, o espaço oficial de negociações da COP30, em Belém, com a evacuação imediata e interrompendo as atividades no local.

Depois de uma avaliação, a organização da Conferência confirmou que o local foi inspecionado pelo corpo de bombeiros e devolvido as atividades
No retorno às transmissões direto da Blue Zone, o Viva Maria desta sexta-feira, 21, destaca a força simbólica da grande sumaúma que permanece firme na entrada principal da conferência, um lembrete de Mara Régia que a Amazônia resiste, mesmo quando ferida. É nesse espírito que o programa segue em frente, celebrando a resistência de tantas mulheres que inspiram a região.
Entre elas está Dona Onete, que aos 86 anos continua conduzindo sua arte com a mesma vitalidade que marca sua trajetória. Nesta semana, o Viva Maria acompanhou a avant-première do filme “Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui”, que chega em breve aos cinemas.
Dirigido por Mini Kerti, o longa revisita as raízes da artista de Igarapé-Miri, no Pará, que é ícone da música amazônica. Dona Onete é conhecida por sucessos como Jamburana e Banzeiro.
A cineasta contou que descobriu a artista por meio de suas canções. “A voz dela é muito forte, potente, grave, rouca, original. Quando eu fui descobrindo sobre a vida dela, que ela tinha sido professora, que ela se formou, que ela foi secretária de Cultura de Garapé Miri, que ela fazia o boi, que ela fazia o carnaval. Que ela foi ativista e ativa a vida toda, só que numa cidade pequena no interior do Pará”, disse Kerti.
Confira no player.
Cultura
Viva Maria celebra 81 anos do nascimento de Elis Regina
Oi, oi, gente amiga desse nosso programa que, a exemplo do que sempre acontece a cada 17 de março, se une às vozes que prestam um tributo a Elis Regina, recriando sua intensidade artística e, ao mesmo tempo, celebrando o legado deixado por essa mulher que soube emprestar sua voz única a um repertório que a eternizou como a maior cantora da MPB! Felizmente, há quem siga seus passos, como Camila Lopez!

Por favor, se apressem em pegar o Trem Azul rumo a Porto Alegre, porque é lá que, logo mais à noite, a exemplo do que sempre acontece desde 2018, Camila Lopez e seus convidados estarão revisitando diferentes momentos da carreira artística de Elis. Destaque para a força dramática com que ela enxugou as lágrimas das palavras que fazem sangrar corações! O convite de Camila Lopez a todas as pessoas que são fãs de Elis propõe uma festa para comemorar os 81 anos da nossa estrela maior no Grezz, uma casa de jazz muito aconchegante! Sem dúvida, um lugar onde Elis seguramente adoraria cantar músicas como Atrás da Porta.
E, entre as canções que Elis transformou em verdade cantada, há uma que conversa diretamente com a alma do Viva Maria e com a história afetiva de tantas mulheres brasileiras: “Maria, Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brant.
Aquela Maria era também Elis.
Mulher em um meio dominado por homens.
Artista numa indústria que queria moldar, controlar, domesticar.
Cidadã num país sob vigilância e censura.
Elis brigava por repertório.
Exigia arranjos melhores.
Defendia seus compositores.
E pagou preço por isso.
Mas nunca abriu mão da verdade.
Ao longo de sua carreira, ela transitou por gêneros como samba, bossa nova, jazz e MPB e foi intérprete de grandes clássicos como “Madalena”, “Águas de Março”, “Atrás da Porta” e “Romaria”, deixando uma discografia vasta e rica em sensibilidade e técnica.
Elis foi também protagonista de espetáculos inovadores no país, como Falso Brilhante, Transversal do Tempo e Saudade do Brasil, que ampliaram o conceito de show como acontecimento artístico.
No plano pessoal, teve três filhos:
- João Marcelo Bôscoli, com Ronaldo Bôscoli;
- Pedro Camargo Mariano; e
- Maria Rita, com o pianista e arranjador César Camargo Mariano, que também marcam presença no cenário musical brasileiro.
E, em meio a tantos especiais ao longo dos 44 janeiros que nos separam do dia em que ela partiu no Trem Azul da saudade eterna, encerramos este nosso Viva Maria de hoje relembrando Elis na voz do cantor e compositor João Bosco, que, em 18 de janeiro de 1985, no programa “Viva Maria – Especial Elis Regina, três anos de saudade”, falou da falta que todos nós sentimos até hoje de Elis, bem como do silêncio que ela deixou na história da nossa música.
Elis Regina. Presente!
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